Represas matam mais por afogamento que as praias

Com o aumento da temperatura, quem não tem piscina em casa ou não é sócio de um clube, por exemplo, procura os ambientes naturais para se refrescar.  As opções são os rios e cachoeiras e, além disso, inadvertidamente algumas pessoas também procuram as represas da Companhia Estadual de Águas e Esgotos para tomar banho. Porém, muita gente desconhece os perigos que pode enfrentar ao se banhar nesses locais: nas cachoeiras da serra, as trombas d´água podem causar acidentes fatais, por exemplo. Em rios e lagoas, a profundidade pode ser a armadilha.


Outro fator que deve ser levado em consideração é a ausência de salva vidas.
Um levantamento da Secretaria da Saúde de São Paulo aponta que, a cada mês, cerca de 80 pessoas morrem vítimas de afogamentos no Estado. Ainda segundo o estudo, apenas sete são internadas mensalmente, indicando alto índice de vítimas fatais nessas ocorrências.




Risco de afogamento

Em praias, piscinas e represas, o cuidado com as crianças deve ser redobrado para evitar afogamentos e garantir apenas a diversão. Para os menores de dois anos, até um balde cheio pode ser perigoso.
Ficar sempre no raso (com água no máximo até o umbigo), não usar boias (que podem escapar ou dar uma falsa sensação de segurança), aproximar-se da área onde há salva-vidas e não ingerir bebida alcoólica são recomendações importantíssimas para prevenir sustos desnecessários.
 A maioria dos afogamentos ocorre em água doce (represas, rios, lagos, lagoas e cachoeiras), segundo os médicos.


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