Overwatch é um jogo de tiro com a pitadinha mágica da Blizzard

Overwatch é um jogo de tiro parecido com muitos outros, mas com a pitadinha mágica da Blizzard. É divertido, cativante e dá vontade de passar o dia inteiro jogando. Um sentimento muito parecido com o que senti quando joguei World of Warcraft, StarCraft ou Diablo pela primeira vez.

Em Overwatch duas equipes de seis jogadores participam de partidas competitivas com objetivo. Em tempos atuais, soa estranho um jogo de tiro em primeira pessoa sem o tradicional “deathmatch”. Mas é exatamente isso que torna o novo jogo da Blizzard atraente.
Overwatch é um jogo de tiro com a pitadinha mágica da Blizzard
Cada um dos 12 personagens jogáveis disponíveis na demonstração (os produtores já confirmaram que muitos outros serão anunciados no futuro) possuem habilidades totalmente diferentes. É como em Team Fortress, mas com uma variedade muito maior de opções.

Os personagens são divididos em quatro classes diferentes: ofensivo, defensivo, tanque e suporte. Não é difícil entender como cada classe interfere na estratégia de jogo, e o que mais me surpreendeu é como isso é natural durante o jogo.

Em um mapa chamado King’s Row, eu e minha equipe começamos com o objetivo de dominar um ponto de interesse para depois proteger e escoltar um artefato até o ponto final do mapa. Comecei com um herói chamado Reaper, misteriosa figura sombria que caminha com duas escopetas e pode se teletransportar.

Enquanto a equipe adversaria preparava a defesa do objetivo, tivemos pouco mais de um minuto para se acostumar com os controles. O Shift aciona a habilidade especial (no caso do Reaper, uma forma insubstancial que garante maior velocidade, mas impede atirar) e a tecla E o teletransporte para qualquer lugar que esteja ao alcance. Aliás, vale lembrar que Overwatch foi anunciado apenas para PC e não há informações se ele um dia chegará aos consoles.

Minha equipe logo avançou pelo mapa e alcançou o ponto de interesse. No meu caminho até lá encontrei um Bastion – herói robô que se transforma em uma poderosa torreta. Acionei minha habilidade básica para chegar mais rápido até um canto do mapa e em seguida me teletransportei para as costas do Bastion, que morreu rapidamente após alguns tiros.

Mesmo com 5 minutos de jogo fui capaz de combinar e executar ações com o Reaper. E o mesmo aconteceu em seguida quando troquei de herói (é possível trocar toda vez que se morre) e joguei com Tracer, Reinhardt e Windowmaker.

Os objetivos do jogo são simples e isso garante que você só precise focar em aprender como usar as habilidades únicas do seu herói e cooperar com os parceiros de equipe para conquistar o objetivo.

Após vencer o primeiro round, minha equipe agora estava na defesa do objetivo. Posicionado no alto de um prédio com a Windowmaker, usei a seu poderoso rifle de precisão para manter os inimigos longe. Com ajuda de membros da equipe usando heróis defensivos e suporte, não deixamos eles dominarem o território e vencemos o segundo round sem dificuldade.

Me diverti muito com a partida mesmo sem ter matado um terço dos jogadores que mataria se estivesse jogando um FPS como Call of Duty. A diversão de Overwatch não é matar, e sim cooperar.

Ainda é cedo para saber onde exatamente Overwatch se encaixará no mercado atual. O modelo de negócios ainda não está definido e o beta fechado será lançado apenas em 2015. Até lá, teremos que esperar para saber se a Blizzard será capaz de tornar Overwatch em algo épico. Potencial não falta.

Overwatch é o jogo de tiro diferenciado da Blizzard

Overwatch é um jogo de tiro com a pitadinha mágica da Blizzard









Fonte: info Fotos: Divulgação

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